1 Coríntios 11.23-28; 1 João 1.1-10; 2.1-2.
Temos hoje mais uma vez o privilégio de celebrar a Ceia do Senhor, ordenança deixada por Jesus para Sua igreja. E, à semelhança dos Doze, estamos à mesa, com Jesus. Que confissões fazemos hoje, aqui à mesa? Quê vamos confessar, professar, declarar, afirmar, reconhecer, que tais são os sentidos de confessar na Bíblia, como mostrará a mensagem desta manhã? Sim, quê havemos de dizer? Quê vamos confessar ao mundo, à igreja, a Jesus Cristo cuja morte celebramos?
- Confessamos, primeiro, que nossa fé repousa inteiramente na graça do Senhor, e que a morte de Cristo é suficiente para nossa eterna Redenção.
- Confessamos, também, que Cristo morreu uma vez por todas, para nossa salvação, e que a eficácia de Seu sacrifício é eterna.
- Confessamos, mais, que dependemos Dele todos os dias: assim como precisamos do pão cotidiano, da água que bebemos, do ar que respiramos.
- Confessamos que o pão é memorial de Seu corpo ferido; e o fruto da vide, memorial de Seu sangue por nós vertido no Calvário.
- Confessamos que pertencermos à Igreja, por Ele fundada, de que Ele é o Cabeça e que tem a missão de promover Seu Reino no mundo.
- Confessamos sermos um povo unido pelo mesmo Senhor, a mesma fé, o mesmo batismo, a mesma esperança, as mesmas certezas.
- Confessamos que somos pecadores remidos, só dignos de estar à Mesa com Ele porque fomos revestidos de Sua justiça e habilitados por Sua graça.
- Confessamos, como Pedro, às muitas vezes em que O negamos; como Tomé, que às vezes duvidamos, mas que Ele é nosso Senhor e nosso Deus; confessamos com Pedro, outra vez, que O amamos de verdade.
- Confessamos os pecados de transgressão de Seus mandamentos, ou de omissão de fazer o que corresponde a Seu querer para nossa vida, nossa família, nossa igreja.
- Confessamos, assim, certos de que nos ouve, e perdoa, e restaura à Sua comunhão, e reabilita a Seu serviço.
- Confessamos esperar, ansiosos, Sua segunda Vinda, e tomamos esta Ceia até que Ele venha, como prometeu. E confessamos que suas promessas não falham.. E oramos: Maranatha!
Pr. Irland Pereira de Azevedo




















